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Receita de pão germinado.(Essênio)

O preparo desse alimento, em si, altera a sua relação com a comida.

Para a receita são necessários poucos ingredientes, mas (acredite)algumas virtudes.

1/3 do cuidado que você tem com as coisas que você mais ama e a mesma quantidade de desapego, paciência a gosto.

Você vai precisar também dos elementos da natureza.(água, ar e sol)

Ingredientes mesmo, é só Trigo germinado (personagem principal dessa novela), Sal, Azeite e ervas(se quiser), ah e você vai precisar de uma vasinha, um processador (ou liquidificador) e uma peneira.

*Na internet encontrei receitas misturando outros grãos, como linhaça e gergelim eu ainda não testei.

-Germinação do trigo

*A quantidade de trigo depende muito do tamanho da sua vasilha.

1º Passo (ativação do grão) ; coloque o trigo em uma vasilha com água e deixe por 8 horas imerso na água. (o conselho é colocar a noite e tirar no outro dia de manhã)

2º Passo (fecundação); com a peneira escorra toda a água da vasilha e deixe por 26 a 36 horas, lavando de 8 em 8 horas pelo menos. Mantenha o trigo em uma vasilha que bloquei a incidência de luz (ou um pano por cima da vasilha) ou em um ambiente que bloqueiem a incidência de luz, tentando reproduzir o ambiente escuro do subsolo. Quanto mais escuro mais rápido o trigo germinará. *o tamanho ideal do broto é de 2 a 3 centímetros. Se demorar mais que o tempo necessário os brotos atingiram uma coloração esverdeada, o sabor se tornará adocicado.

3º Passo (preparo da massa); quando o trigo estiver atingido a germinação desejada, pode colocar sal nele. 1 colher de chá de sal para cada 100 gramas de trigo.

O sal além de temperar, impede que o trigo germine ainda mais, caso você não tenha tempo de preparar ele no momento da germinação ideal.

Antes de bater verifique se ele está seco, se não estiver vale a pena secar com uma toalha.

-Bata o trigo até que você não veja mais nenhum grão inteiro e a massa esteja razoavelmente homogênea. Utilizando um processador você pode bater o trigo puro, já em um liquidificador( que é mais estreito) eu aconselho acrescentar o azeite logo no inicio.

-Espalhe a massa em uma superfície lisa(e higienizada) e amasse.

Eu os fiz em discos, pois nesse formato eles ficam prontos mais rápidos.

Pincele azeite, manteiga ou qualquer outro tipo de gordura.

4º Passo (assar)os cozinheiros mais ortodoxos, assam o pão no sol, nesse processo os pães devem ficar pelo menos 5 horas assando no sol. *você pode usar uma assadeira e um tecido-filó para proteger os pães, ou uma ferramenta que permita a incidência solar e o contato com o ar.

Utilizando o sol como forno, seu alimento vai ter um caráter mais revitalizante ainda, lembrando que o sol é o primeiro doador na cadeia alimentar, sendo a fonte de energia mais limpa que conhecemos.

Mas claro, você também pode fazer no forno. Depois de esperar tanto tempo, é natural que você não esteja com paciência para esperar mais cinco horas, ainda mais se for fazer pela 1ª vez.

Depois do forno pré-aquecido em 120 graus, deixe os pães de 15 a 20 minutos no forno, depois de 10 minutos vire o lado dos pães.

Seus pães estão prontos, utilize pastas ou geleias.

Observe ao longo do dia como esse alimento lhe satisfaz de uma forma bem peculiar, você está mais inteiro em suas ações. Esse alimento além de tudo é um poderoso 41286239_2193737710901405_47359745379532800_n.jpg

 

 

 

22 – BÁHYA KÚMBHAKA
Apnéia vazia (sem ar).
Outro nome:
shúnyaka.
Báhya kúmbhaka (retenção externa) foi criado com o objetivo de desenvolver a
capacidade de retenção com os pulmões vazios. Adaptamos o corpo gradualmente
a receber taxas mais altas de CO2, produzindo acidose respiratória. Todas as
pessoas possuem certa intolerância quanto ao desenvolvimento do shúnyaka
relatando falta de ar, razão mais que suficiente para não forçá-la. Até por que neste
também ocorre a acidose respiratória.
Posição: Sushumnásana, samánásana, siddhásana, swastikásana, padmásana.
Mudrá: Jñana, Vishnu, mukula, atman.
Execução:
a) Inspire projetando o abdômen (adhama) para fora, em seguida o movimento
ondula para as costelas que se afastam para os lados (madhyama) e finalmente
dilatando a parte mais alta do tórax (uttama);
b) Expire lentamente;
c) Retenha sem ar o maior tempo possível, sem exagero, aumentando
progressivamente o tempo de retenção.
Tempo: A partir de 15 minutos de execução.
Efeitos: A baixa quantidade de oxigênio diminui a atividade dos hemisférios
cerebrais reduzindo a irrigação sangüínea nessa região e aquietando as ondas
mentais, esse artifício provocará sono, diminuirá a sua freqüência cardíaca e
amortecerá a sua fisiologia em geral desencadeando um efeito catabolizante sobre
o consumo de energia corporal. O principal objetivo desse procedimento é a
meditação facilitando o controle sobre os vrittis. Amplia a força de vontade,
fortalece o sistema nervoso, ativa o plexo solar produzindo calor.
É contra
indicada para pessoas com problemas cardíacos ou de hipertensão.
Chakra:
Múládhára.
OBS.: este pránáyáma só deve ser utilizado sob a supervisão de um professor de
Yoga. Ele reduz o fornecimento de oxigênio ao cérebro, isso envolve um risco
considerável de lesar o sistema nervoso e por isso não é recomendada para
iniciantes. A aclimatação ao exercício pode demorar de 5 a 10 anos de prática
ininterrupta.

22 – BÁHYA KÚMBHAKA
Apnéia vazia (sem ar).
Outro nome:
shúnyaka.
Báhya kúmbhaka (retenção externa) foi criado com o objetivo de desenvolver a
capacidade de retenção com os pulmões vazios. Adaptamos o corpo gradualmente
a receber taxas mais altas de CO2, produzindo acidose respiratória. Todas as
pessoas possuem certa intolerância quanto ao desenvolvimento do shúnyaka
relatando falta de ar, razão mais que suficiente para não forçá-la. Até por que neste
também ocorre a acidose respiratória.
Posição: Sushumnásana, samánásana, siddhásana, swastikásana, padmásana.
Mudrá: Jñana, Vishnu, mukula, atman.
Execução:
a) Inspire projetando o abdômen (adhama) para fora, em seguida o movimento
ondula para as costelas que se afastam para os lados (madhyama) e finalmente
dilatando a parte mais alta do tórax (uttama);
b) Expire lentamente;
c) Retenha sem ar o maior tempo possível, sem exagero, aumentando
progressivamente o tempo de retenção.
Tempo: A partir de 15 minutos de execução.
Efeitos: A baixa quantidade de oxigênio diminui a atividade dos hemisférios
cerebrais reduzindo a irrigação sangüínea nessa região e aquietando as ondas
mentais, esse artifício provocará sono, diminuirá a sua freqüência cardíaca e
amortecerá a sua fisiologia em geral desencadeando um efeito catabolizante sobre
o consumo de energia corporal. O principal objetivo desse procedimento é a
meditação facilitando o controle sobre os vrittis. Amplia a força de vontade,
fortalece o sistema nervoso, ativa o plexo solar produzindo calor.
É contra
indicada para pessoas com problemas cardíacos ou de hipertensão.
Chakra:
Múládhára.
OBS.: este pránáyáma só deve ser utilizado sob a supervisão de um professor de
Yoga. Ele reduz o fornecimento de oxigênio ao cérebro, isso envolve um risco
considerável de lesar o sistema nervoso e por isso não é recomendada para
iniciantes. A aclimatação ao exercício pode demorar de 5 a 10 anos de prática
ininterrupta.

21 – BANDHA KÚMBHAKA PRÁNÁYÁMA
Respiração completa, com ritmo e com bandhas.
Outro nome:
kúmbhaka bandha.
Posição: Sushumnásana, samánásana, siddhásana, swastikásana, padmásana.
Mudrá: Jñana, mukula, atman.
Execução:
a) Escolha um ritmo, para o nosso exemplo faremos 1-2-1-0;
b) Inspire projetando o abdômen (adhama) para fora, em seguida o movimento
ondula para as costelas que se afastam para os lados (madhyama) e finalmente
dilatando a parte mais alta do tórax (uttama) ao mesmo tempo em que conta o
tempo da inspiração, enquanto isso leve a cabeça para trás distendendo a região da
tireóide empurrando a ponta da língua no palato mole (jíhva bandha);
c) Retenha o ar nos pulmões, contando duas vezes o tempo da inspiração;
d) Expire demorando o mesmo tempo da inspiração enquanto movimenta a cabeça
para frente e executa inversamente o procedimento torácico, contraindo a parte
alta (uttama), média (madhyama) e baixa (adhama) dos pulmões, aproximando o
queixo da região da depressão jugular no alto do peito, alongando a região cervical,
mantendo a boca fechada e os dentes cerrados;
e) Enquanto estiver com os pulmões vazios, mantenha a pressão do queixo contra
o peito (jalándhara bandha), contraia intensamente o abdômen (uddiyana bandha)
e também os esfíncteres do ânus e da uretra (múla bandha). Permaneça alguns
segundos sem ar.
Obs.: o ritmo pode ir progressivamente passando para 1-4-2-0, que é muito mais
forte. Observe o capitulo que aborda o tema mátra.
Tempo: A partir de 20 minutos de execução.
Efeitos: A baixa quantidade de oxigênio diminui a atividade dos hemisférios
cerebrais reduzindo a irrigação sangüínea nessa região e aquietando as ondas
mentais, esse artifício provocará sono, diminuirá a sua freqüência cardíaca e
amortecerá a sua fisiologia em geral desencadeando um efeito catabolizante sobre
o consumo de energia corporal. O principal objetivo desse procedimento é a
meditação facilitando o controle sobre os vrittis. Amplia a força de vontade,
fortalece o sistema nervoso, ativa o plexo solar produzindo calor.
É contra
indicada para pessoas com problemas cardíacos ou de hipertensão.
Chakra:
Manipura, múládhára.