TAMAS PRANAYAMA 8/

9 – MADHYAMA KÚMBHAKA
Respiração média com ritmo.
Posição:
Vajrásana, samánásana, virásana, swastikásana.
Mudrá: Jñana.
Execução:
a) Escolha um ritmo, para o nosso exemplo faremos 1-2-1-0;
b) Proceda como no exercício anterior (madhyama pránáyáma) usando a variação
numero 1 ou 2;
c) Inspire permitindo o movimento das costelas para fora e contando o tempo da
inspiração;
d) Retenha o ar nos pulmões, contando duas vezes o tempo da inspiração;
e) Expire retraindo as costelas, contando o mesmo tempo da inspiração.
Tempo: No mínimo 15 minutos de execução.
Efeitos: O constante trabalho de alongamento e flexibilização das costelas permite
respirações mais amplas que o normal. Com isso há uma considerável sensação de
liberdade e relaxamento, visto que as tensões nessa região agravam as sensações
de ansiedade e stress.
Chakra: Anáhata.

TAMAS PRÁNÁYÁMA 7/

8 – MADHYAMA PRÁNÁYÁMA Respiração média sem ritmo. (meio)
Essa é uma das respirações mais complexas e difíceis de se obter resultado e deve
ser combinada com exercícios que aumentem a mobilidade e flexibilidade da caixa
torácica para facilitar sua execução. Para sentir melhor o movimento podem ser
usados recursos como colocar as mãos nas costelas para sentir o movimento,
colocar as palmas das mãos no tórax pela frente do corpo com os dedos unidos, e
vale até colocar uma fita métrica para medir a expansão. No madhyama pránáyáma
não utilize a parte baixa nem a alta dos pulmões, não levante os ombros, não
estufe o peito nem projete o estomago, você deve sentir o alargamento das
costelas flutuantes, quando dominar esta habilidade, você poderá dispensar a
utilização das mãos.
Posição: Vajrásana, samánásana, virásana, swastikásana.
Mudrá: Jñana.
Execução:
Variação N. 1
a) Colocar as palmas das mãos tocando os lados das costelas, com o polegar
voltado para trás e os demais dedos voltados para frente deixando as palmas das
mãos sentirem o contorno ósseo;
b) Expire sem fazer nenhum tipo de pressão com as mãos, de forma que estas
acompanhem o movimento das costelas;
c) Inspire, sentindo agora, o movimento para fora exercido pela expansão das
costelas;
Variação N. 2
a) Solte todo o ar dos pulmões;
b) Coloque as palmas das mãos no tórax pela frente do corpo com os dedos
unidos;
c) Inspire sem fazer nenhum tipo de pressão com as mãos, de forma que estas
acompanhem o movimento das costelas percebendo o afastamento dos dedos à
medida que entra o ar;
d) Expire, sentindo agora, o movimento de retorno fazendo os dedos se tocarem
novamente;
Variação N. 3
a) Solte todo o ar dos pulmões;
b) Coloque uma fita métrica em volta do tórax, e verifique quantos centímetros
você tem de circunferência com os pulmões vazios;
c) Inspire permitindo que uma das pontas da fita métrica deslize enquanto as
costelas se movimentam aumentando o diâmetro da caixa torácica à medida que
entra o ar;
d) Objetivo em cada volta conseguir uma dilatação maior.
Tempo: No mínimo 15 minutos de execução.
Efeitos: O constante trabalho de alongamento e flexibilização das costelas permite
respirações mais amplas que o normal. Com isso há uma considerável sensação de
liberdade e relaxamento, visto que as tensões nessa região agravam as sensações
de ansiedade e stress.
Chakra: Anáhata.

TAMAS PRÁNÁYÁMA 6/

7 – ADHAMA KÚMBHAKA PRÁNÁYÁMA
Abdominal com ritmo e com bandhas.
Outro nome:
ardha kúmbhaka bandha.
Posição: Vajrásana, samánásana, virásana, swastikásana.
Mudrá: Jñana.
Execução: Escolha um ritmo, para o nosso exemplo faremos 1-2-1-2;
a) Inspire permitindo um movimento abdominal para fora, eleve o queixo
tombando a cabeça para trás e alongando na frente do pescoço a região da tireóide
e contando o tempo da inspiração;
b) Retenha o ar, enquanto pressiona a língua contra o palato mole no céu da boca
executando jíhva bandha contando duas vezes o tempo da inspiração;
c) Expire retraindo o abdômen enquanto baixa a cabeça para frente, contando o
mesmo tempo da inspiração;
d) Quando terminar de expirar comprima o queixo contra a depressão jugular no
peito (jalándhara bandha), sugando o abdômen para dentro, para trás e para cima
na caixa torácica (uddiyana bandha) e contraindo fortemente os esfíncteres do ânus
e da uretra (múla bandha) e mantenha os pulmões vazios o mesmo tempo que
ficou com eles cheios.
Tempo: No mínimo 5 minutos de execução.
Efeitos: A respiração abdominal aumenta a oxigenação sanguínea, reduz a
circunferência abdominal, massageia vísceras e órgãos.
Chakra: Anáhata, manipura

TAMAS PRÁNÁYÁMA 5/

6 – BANDHA ADHAMA PRÁNÁYÁMA
Abdominal sem ritmo e com bandhas.
Outro nome:
bandha ardha prána kriyá.
Posição: Vajrásana, samánásana, virásana, swastikásana.
Mudrá: Jñana.
Execução:
a) Inspire permitindo um movimento abdominal para fora, eleve o queixo
tombando a cabeça para trás e alongando na frente do pescoço a região da
tireóide;
b) Retenha o ar, enquanto pressiona a língua contra o palato mole no céu da boca
executando jíhva bandha;
c) Expire retraindo o abdômen enquanto baixa a cabeça, comprimindo o queixo
contra a depressão jugular no peito (jalándhara bandha), sugando o abdômen para
dentro, para trás e para cima na caixa torácica (uddiyana bandha) e contraindo
fortemente os esfíncteres do ânus e da uretra (múla bandha).


Tempo: No mínimo 5 minutos de execução.
Efeitos: A respiração abdominal aumenta a oxigenação sanguínea, reduz a
circunferência abdominal, massageia vísceras e órgãos.
Chakra: Anáhata, manipura.